sábado, 6 de março de 2010

Avisei-te ainda estes dias do tamanho perigo que era encontrar-me assim de olhar viajado. Não que em algum momento meus olhos anunciassem estarem cravados nesta terra, mas sim que, quando começam a dizer, é porque um dilúvio há de vir. E dizer não é como voar é aos pássaros. Ultrapassa todo o extinto e destina-se ao exercício. Alerto: é preciso muito mais do que um par de ouvidos para me ouvir. É o toque sem tato. E em mim sempre há algo pronto para nascer.

2 comentários:

Deyse Batista disse...

Tal como diria Caio Fernando, ''dessas coisas tão difíceis de serem ditas que preferem ficar caladas'' :)
Lindo texto. Beijos.

Verônica H. disse...

Menina... Não posso dizer. Este, especialmente, me deixou sem fala.

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