quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

São Paulo, 17 de fevereiro de 2011.

Caros leitores,

Como alguns já sabem, há tempos estou escrevendo meu livro. Agora estou num momento crucial: o fim. Já tenho um prólogo impecável presenteado por um amigo também escritor, mais de quarenta poemas inéditos - cada vez mais íntimos e lacerantes - e revisão de amigos jornalistas e dramaturgos. Pois bem, agradeço aos que frequentam esta página, me escrevem, me seguem no Twitter ou apenas silenciosamente lêem.
Atualmente me dedico à três coisas: o teatro, minha casa e meu livro. E sim, cada poesia escrita é um peso que morre e outro que nasce. Peço, sobretudo, paciência.
Tenho lido muito para compor, além de ter me trancado ainda mais em mim. É um processo delicioso que desnorteia. Com isso, aproveito para deixar mais uma vez meu e-mail e um outro recado: sintam-se livres para me escrever. Essa troca é essencial. Perguntem, questionem, opinem, expressem.

Um abraço,

Melina.

Contato: melinaflynn@gmail.com

7 comentários:

Jamil S.P. disse...

Então que tudo transcorra bem nesses últimos meses de gestação, Melina.
Obrigado por sua atenção e carinho.

Lílian Holanda disse...

Que ótima notícia... Parabéns!!!
Avisa quando estiver pronto, serei leitora.

Bjus!!!

Naju disse...

Esse processo de composição é indescritível: muitas vezes as palavras fogem para dar lugar a uma sinestesia completa. Avise quando o livro estiver pronto. Beijo.

Elisangela disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
R. Alfandari disse...

E penso ansioso, sabendo que participei da história... De uma escritora tão fantástica! Aquelas quase sete horas decidindo o que escrever ainda estão aqui... comigo!

C. Calmon disse...

"(...) um peso que morre e outro que nasce."

É exatamente isso que sinto a cada página escrita. rs

Sucesso para você, querida.

FERNANDO COSTA disse...

Há um mar de palavras no céu do silencio.
Há o vento do norte no sul da solidão.
Há um beijo qualquer pra o teu coração.
Há o certo e há também a razão.
Há um tanto de você no muito de nós.
Há o chão, o cimento e os lençóis.

E os arrebóis???

Este eu vim aqui te anunciar, está sentadinho a espera, a espera do livro chegar.

Há o ali, o aqui e o depois.

E há acima de tudo o apreço, o apreço no meio de 2 !

Fê.

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