segunda-feira, 18 de abril de 2011

Austera

devagar rabisco
entre as linhas da mão
nome canção e poesia
e me sento nua na banheira
deixo cair a água molhar
a tinta da caneta escorre nos braços
deus não existe
e eu peço aflita
devora-me
ou devoro sozinha a mim mesma

2 comentários:

Beatriz Fig disse...

Estou empolgada com o seu livro! Nem acreditei quando me dei conta que vc vai lançar mesmo. =) Mesmo não estando aí, me avisa! beijoss

Mayara Almeida disse...

Nem sei o que dizer...

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