terça-feira, 1 de maio de 2012

Queria ser metade da calma em ser mulher, ou em ser outros. Qualquer coisa que não seja eu mesma. É a efervescência que me impressiona. É só assim que me concentro. É aqui que moro. Na impossibilidade crua.

Um comentário:

helenafd disse...

Ao borbulhar das letras, a paz no peito. A maior flor do mundo se espreguiçando dengosa por entre meus dedos. É poesia ali e calmaria acá.

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